O primeiro filhote de jubarte a gente nunca esquece

Como colaborador do VIVA Instituto Verde Azul, uma das minhas tarefas neste mês foi acompanhar – realizando a captação e edição de imagens – a equipe em Ilhabela, litoral norte de São Paulo, onde as biólogas estão realizando a pesquisa sobre baleias jubarte (Megaptera novaengliae) a partir de um ponto fixo na área sul da ilha, região de Borrifos. Com o aumento expressivo do número de indivíduos em águas paulistas, a pesquisa procura respostas para essa reocupação.

Depois de mais de 360 avistagens (o que não necessariamente significa 360 indivíduos) o grupo foi surpreendido no último domingo por uma mãe com seu filhote, sendo o primeiro registro da temporada em águas paulistas.

Depois de tantos anos de pressão (caça, p.e.) e consequente declínio, a espécie vem se recuperando em números expressivos e é possível que esteja reencontrando locais que historicamente foram áreas de vida da espécie. Entender isso é de extrema importância para a conservação da população de jubartes que vivem no Atlântico Sul e é por essa razão que as pesquisas realizadas pelo VIVA Instituto Verde Azul, em parceria com o projeto local Baleia à Vista e o Projeto Baleia Jubarte são necessárias a médio e longo prazo em Ilhabela, assim como em outras regiões-chave para esses animais.

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