O mundo natural antes da fotografia

Vivemos na era da imagem. Uma pesquisa recente apontou que em 2017 os humanos produziram cerca 1.2 trilhões de fotografias [1] e a tendência desse número é de crescimento nos próximos anos. A fotografia faz parte da nossa cultura contemporânea e através dela criamos nossas principais referências visuais, inclusive do mundo natural. Fotógrafos como Araquém Alcântara, Sebastião Salgado e Luciano Candisani nos ajudam a viajar aos locais mais remotos do mundo sem sairmos de casa. Mas até 200 anos atrás a história era bem diferente.

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Quem vê cara, não vê intenção

A complexidade das florestas da Terra do Fogo (Ushuaia, Argentina) é espantosa. Um terra que já foi habitada pelos índios fueguinos até o início do século 20 e ponto de parada de Charles Darwin em sua histórica viagem a bordo do HMS Beagle, atualmente está parcialmente protegida desde a criação do Parque Nacional, em 1960. Mesmo nestas áreas é possível presenciar os impactos ambientais negativos, principalmente os relacionados à introdução do castor canadense (Castor canadensis), responsável pela destruição de incontáveis área de bosque andino para construção de represas.

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[livro] Dois livros e um Darwin

A abertura das comemorações do aniversário de Darwin (mais conhecida como Darwin Day) no Museu de Zoologia da USP (MZUSP) foi histórica. A organização do evento convidou para a primeira mesa-redonda dois personagens diretamente relacionados à principal publicação de Charles Darwin, o livro “A Origem das Espécies”: os professores doutores Nélio Bizzo (FE-USP) e Pedro Paulo Pimenta FFLCH-USP).

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Por que celebrar Darwin?

Charles Robert Darwin é uma figura histórica. Sua jornada, do embarque no HMS Beagle até a publicação de um dos livros mais famosos da humanidade (“A Origem das Espécies“, 1859), é motivo de estudos e discussões até os dias atuais. O fato é que suas ideias sobre a origem, adaptação e seleção natural transformaram o pensamento científico e a forma como encaramos a diversidade da vida.

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Aves no Paraíso

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Criado em 1983, o Parque Nacional Marinho dos Abrolhos é a primeira Unidade de Conservação marinha do Brasil. Com uma área de 91.255 hectares, está localizado no sul do litoral da Bahia e abrange o Recife de Timbebas, o Parcel dos Abrolhos e o Arquipélago dos Abrolhos – composto pelas ilhas Redonda, Siriba, Sueste, Guarita e Santa Bárbara(esta última sob jurisdição da Marinha do Brasil). Embora Abrolhos seja procurada nesta época do ano principalmente para observação de baleias-jubarte (Megaptera novaengliae), são nestas ilhas que mais de 30 espécies de aves encontram espaço, no meio do oceano, para as mais diversas atividades de seu ciclo de vida.

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