[fotografia] #13: Onde a natureza ocupa novamente seu espaço

Gavião-carrapateiro descansa próximo do que já foi uma chaminé do antigo Curtume.

Localizado entre os municípios de São Vicente e Praia Grande, o Parque Estadual Xixová-Japuí abrange uma área de 901 ha entre florestas e área costeira. Criado em 1993, o parque abriga importante porção de Mata Atlântica, costões rochosos, praias arenosas, restinga e ambientes marinhos.

Antes de se tornar Unidade de Conservação, a área do parque já abrigou um Curtume (produção baseada no couro como matéria-prima), uma pedreira e hoje compartilha espaço com uma população indígena e uma base militar, além de parte de seu entorno possuir uma influência da urbanização nas últimas décadas.

É nesse contexto que a vida selvagem sobrevive e ocupa os espaços entre o ecótono natureza-cidade.

[video] Quero – chuva, Tabatinga – Quero

Quero chuva tabatinga quero

Para alguns humanos, a correria do dia-a-dia e a prisão recente da atenção dedicada às telas dos celulares, faz com que percam muitos acontecimentos interessantes ao redor, criando a falsa sensação de que estamos sozinhos nas cidades. Há uma explosão de vida nesses ambientes, por vezes não tão diversa como gostaríamos, mas do ponto de vista biológico, muito interessante de acompanhar.

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Aves no Paraíso

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Criado em 1983, o Parque Nacional Marinho dos Abrolhos é a primeira Unidade de Conservação marinha do Brasil. Com uma área de 91.255 hectares, está localizado no sul do litoral da Bahia e abrange o Recife de Timbebas, o Parcel dos Abrolhos e o Arquipélago dos Abrolhos – composto pelas ilhas Redonda, Siriba, Sueste, Guarita e Santa Bárbara(esta última sob jurisdição da Marinha do Brasil). Embora Abrolhos seja procurada nesta época do ano principalmente para observação de baleias-jubarte (Megaptera novaengliae), são nestas ilhas que mais de 30 espécies de aves encontram espaço, no meio do oceano, para as mais diversas atividades de seu ciclo de vida.

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