[fotografia] #12: As partes que buscam explicar a beleza do todo

Fotografar animais marinhos não sendo mergulhador é complicado, ainda mais quando o objetivo são baleias (neste caso, baleias-jubarte – Megaptera novaengliae). Fora da água, esses mamíferos se apresentam na atmosfera com partes de um corpo totalmente adaptado para a vida aquática ao buscar oxigênio atmosférico e executar comportamentos sociais.

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[livro] Novidades do Livro Vermelho da Fauna 2018

Gato-do-mato-pequeno (Leopardus tigrinus) – Espécie em perigo (EN)

O Instituto Chico Mendes para a Conservação da Biodiversidade – ICMBio – publicou recentemente uma nova edição do Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção (Portaria MMA nº444 e 445/2018). Com o auxílio de mais de 200 instituições nacionais e internacionais e 1.270 especialistas, a publicação é considerada o maior esforço de um país para avaliar o risco de extinção de espécies da fauna.

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Aves no Paraíso

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Criado em 1983, o Parque Nacional Marinho dos Abrolhos é a primeira Unidade de Conservação marinha do Brasil. Com uma área de 91.255 hectares, está localizado no sul do litoral da Bahia e abrange o Recife de Timbebas, o Parcel dos Abrolhos e o Arquipélago dos Abrolhos – composto pelas ilhas Redonda, Siriba, Sueste, Guarita e Santa Bárbara(esta última sob jurisdição da Marinha do Brasil). Embora Abrolhos seja procurada nesta época do ano principalmente para observação de baleias-jubarte (Megaptera novaengliae), são nestas ilhas que mais de 30 espécies de aves encontram espaço, no meio do oceano, para as mais diversas atividades de seu ciclo de vida.

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Quanto vale uma espécie?

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Essa talvez seja uma das perguntas mais complexas para se responder e possivelmente não exista uma resposta tão precisa quanto desejamos. O processo de especiação — a formação de uma nova espécie — depende de inúmeros fatores, como os químico-físicos (temperatura, luz, umidade, etc.), biológicos (espécies competidoras, presas, predadoras, invasoras…), climáticos ou geológicos (terremotos, deriva continental). Isto sem falar nos eventos que podem chegar sem aviso, como aconteceu há 65 milhões de anos e produziu um dos maiores eventos de extinção do planeta.Foi possivelmente graças à um meteoro que a chamada Era dos Dinossauros deu lugar ao tempo que vivemos hoje: a Era dos Mamíferos, na qual somos atualmente uma das espécies mais significativas do ponto de vista do impacto ambiental global. Continue lendo “Quanto vale uma espécie?”