[fotografia] #12: As partes que buscam explicar a beleza do todo

Fotografar animais marinhos não sendo mergulhador é complicado, ainda mais quando o objetivo são baleias (neste caso, baleias-jubarte – Megaptera novaengliae). Fora da água, esses mamíferos se apresentam na atmosfera com partes de um corpo totalmente adaptado para a vida aquática ao buscar oxigênio atmosférico e executar comportamentos sociais.

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Quem vê cara, não vê intenção

A complexidade das florestas da Terra do Fogo (Ushuaia, Argentina) é espantosa. Um terra que já foi habitada pelos índios fueguinos até o início do século 20 e ponto de parada de Charles Darwin em sua histórica viagem a bordo do HMS Beagle, atualmente está parcialmente protegida desde a criação do Parque Nacional, em 1960. Mesmo nestas áreas é possível presenciar os impactos ambientais negativos, principalmente os relacionados à introdução do castor canadense (Castor canadensis), responsável pela destruição de incontáveis área de bosque andino para construção de represas.

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Aves no Paraíso

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Criado em 1983, o Parque Nacional Marinho dos Abrolhos é a primeira Unidade de Conservação marinha do Brasil. Com uma área de 91.255 hectares, está localizado no sul do litoral da Bahia e abrange o Recife de Timbebas, o Parcel dos Abrolhos e o Arquipélago dos Abrolhos – composto pelas ilhas Redonda, Siriba, Sueste, Guarita e Santa Bárbara(esta última sob jurisdição da Marinha do Brasil). Embora Abrolhos seja procurada nesta época do ano principalmente para observação de baleias-jubarte (Megaptera novaengliae), são nestas ilhas que mais de 30 espécies de aves encontram espaço, no meio do oceano, para as mais diversas atividades de seu ciclo de vida.

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