Uma conservacionista e os psitacídeos em Ilhabela

Segundo a legislação ambiental brasileira, os animais selvagens são responsabilidade do Estado e ações de conservação são necessárias para manter as espécies fora de ameaça. Mas o fato é que os governos, em qualquer esfera, têm demonstrado uma incapacidade histórica de proteger a fauna no país, abrindo espaço para a sociedade civil realizar a tarefa, como faz Silvana Davino, que há mais de dez anos atua na conservação de psitacídeos em Ilhabela, na Área de Soltura Monitorada de Fauna Silvestre Cambaquara.

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O primeiro filhote de jubarte a gente nunca esquece

Como colaborador do VIVA Instituto Verde Azul, uma das minhas tarefas neste mês foi acompanhar – realizando a captação e edição de imagens – a equipe em Ilhabela, litoral norte de São Paulo, onde as biólogas estão realizando a pesquisa sobre baleias jubarte (Megaptera novaengliae) a partir de um ponto fixo na área sul da ilha, região de Borrifos. Com o aumento expressivo do número de indivíduos em águas paulistas, a pesquisa procura respostas para essa reocupação.

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Jubartes à vista no litoral paulista

Nos últimos anos, a população de baleias-jubarte (Megaptera novaengliae) do Atlântico sul ocidental (onde se localiza a costa brasileira), conhecida como “população A”, tem aumentado significativamente [1]. Uma das consequências disso é o reaparecimento desses animais em locais onde sua observação nas últimas décadas era pontual e não sistematizada, fazendo-se necessária a coleta científica das informações relacionadas à dinâmica dos grupos na costa paulista.

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