Mata Atlântica e Onça-pintada: dias de um futuro incerto

No dia em que comemora-se oficialmente a Mata Atlântica, duas notícias trazem ao debate o futuro do bioma e das espécies que o compõe. A primeira [1] diz respeito à diminuição de 9% da taxa de desmatamento entre 2017 e 2018, menor valor desde que a série histórica teve início, em 1985. Embora alguns estados (p.e. Ceará, Paraíba, São Paulo) conseguiram manter valores abaixo de 100 hectares (ha) de área desmatada (o que é considerado “desmatamento zero”), outros como Minas Gerais, estado que possui a maior extensão de Mata Atlântica, destruiu 3.379 ha, seguido do Paraná, com 2.049 ha.

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